{"id":52,"date":"2011-03-04T09:44:57","date_gmt":"2011-03-04T09:44:57","guid":{"rendered":"http:\/\/capc.com.pt\/site\/?p=52"},"modified":"2020-03-10T11:51:28","modified_gmt":"2020-03-10T11:51:28","slug":"4-cidades","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/capc.com.pt\/site\/index.php\/4-cidades\/","title":{"rendered":"<b>4 Cidades<\/b>"},"content":{"rendered":"<p><em><strong>In\u00eas Moura e Maura Grimaldi,&nbsp;Jorge Colombo,&nbsp;Vasco Mour\u00e3o,&nbsp;Yonamine<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Yonamine \u00e9 um nativo da Luanda da Guerra dos trinta anos e um visitante\/ habitante de longo curso de Lisboa, uma Luanda mais limpa como o pr\u00f3prio afirma, ou noutros termos uma Luanda Schengen sem tempestades \u00e9picas em torno da luta de classes. Uma Lisboa time out a merecer uma sova. O castigo da liberdade, a liberdade sem castigo, o castigo libert\u00e1rio,&nbsp; pensamentos dirigistas quando vemos pregos. Pregos f\u00e1gicos.&nbsp; Escovar a hist\u00f3ria a contrapelo (against conventional wisdom) \u00e0 procura&nbsp; da prova do que n\u00e3o mudou no meio da vida estranha, estrangeira, teatral. People of Africa rise up! Aqui, no ch\u00e3o do Capc, aguarda-nos&nbsp; uma digress\u00e3o armadilhada, uma pali\u00e7ada de pregos \u00e0 espera de um ceifeiro;&nbsp; talvez (mas s\u00f3 talvez) Yonamine nos proponha uma met\u00e1fora visual&nbsp; sobre a psicose defensiva, eri\u00e7ada dos lugares desprotegidos da cidade&nbsp; metropolitana, sobre os <em>robinsons crusoes<\/em> que a povoam sem experi\u00eancias&nbsp; m\u00edsticas mas que ainda nos podem ajudar (a desgra\u00e7a \u00e9 uma boa&nbsp; utilidade sobretudo quando est\u00e1 atulhada com contas para pagar, Balzac <em>dixit <\/em>alhures; a felicidade tem um fim do m\u00eas e um m\u00eas sem fim\u2026). A&nbsp; situa\u00e7\u00e3o espiritual da falta de tempo para consentirmos em sermos salvos,&nbsp; empurra-nos para um in\u00edcio irrevers\u00edvel, tudo come\u00e7ar\u00e1 em conflito, viver\u00e1 em conflito, ser\u00e1 conflito. A norma e o erro, inconscientes,&nbsp; auto-conscientes s\u00e3o ritmos do nosso passeio. A barb\u00e1rie \u00e9 uma caixa de pregos na mochila da civiliza\u00e7\u00e3o, \u00e9 o seu irreprim\u00edvel abismo, a&nbsp; sua serpente, retemperando a qualidade do mortal, do ef\u00e9mero, do que&nbsp; n\u00e3o vai haver mais, do facto piroman\u00edaco, do facto em chamas no livro&nbsp; de contas da normalidade.<\/p>\n<div id=\"attachment_308\" style=\"width: 1500px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Captura-de-ecr\u00e3-2016-01-20-\u00e0s-16.09.17.png\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-308\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-308 size-full\" src=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Captura-de-ecr\u00e3-2016-01-20-\u00e0s-16.09.17.png\" alt=\"Yonamine_CAPC\" width=\"1490\" height=\"852\" srcset=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Captura-de-ecr\u00e3-2016-01-20-\u00e0s-16.09.17.png 1490w, http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Captura-de-ecr\u00e3-2016-01-20-\u00e0s-16.09.17-300x172.png 300w, http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Captura-de-ecr\u00e3-2016-01-20-\u00e0s-16.09.17-1024x586.png 1024w\" sizes=\"(max-width: 1490px) 100vw, 1490px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-308\" class=\"wp-caption-text\"><strong>Yonamine<\/strong> | pormenor da instala\u00e7\u00e3o feita em Mar\u00e7o de 2011 na sala do CAPC, 2011<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Jorge Colombo, o incans\u00e1vel narrador (ou descritor?) de Nova&nbsp; Iorque Todo-o-Mundo, da cidade mais lenta e avan\u00e7ada do mundo (Fernand&nbsp; L\u00e9ger), a cidade em que segundo Man Ray o esp\u00edrito Dada nunca teria futuro porque era demasiado dada (ainda o \u00e9?), desembarcou as suas Ipad brushes na Paris Je t\u2019aime\/impression soleil\/ minute maid. \u00c9 Paris&nbsp; isolada em momentos termo-digitais (de cor e de luz) e remontada num passeio anfi\u00f3nico, a imagem te\u00f3rica das cidades universais, como nos&nbsp; propunha Guillaume Apollinaire por interposta pessoa; \u00e9 o esfor\u00e7o de&nbsp; individua\u00e7\u00e3o expresso no registo da condi\u00e7\u00e3o est\u00e9tica do anonimato (das pessoas que passam e s\u00e3o, dos edif\u00edcios fotog\u00e9nicos ou sem salva\u00e7\u00e3o);&nbsp; Paris de Atget, de Bresson, de duas ou tr\u00eas coisas que sei dela (region parisienne), de ad\u00e9le branca e seca, de Versalhes-Vichy, do le\u00e3o de Denfert, do pai &#8211; acadeira onde dorme a conspira\u00e7\u00e3o cosmopolita internacional assim como jazem gloriosos os av\u00f3s blanquistas&nbsp; do bolchevismo; a Paris intranscendente dos RER, dos black mec hip-hop das cit\u00e9s farolando as damas no circuito Halles-Chatellet; a&nbsp; Paris que nunca se desvendar\u00e1 e onde tamb\u00e9m \u201cn\u00e3o te safas sem umas&nbsp; rodas\u201d. A Paris syst\u00e9me D. D\u00ea de desenho.<\/p>\n<div id=\"attachment_306\" style=\"width: 1974px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Captura-de-ecr\u00e3-2016-01-20-\u00e0s-16.08.27.png\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-306\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-306 size-full\" src=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Captura-de-ecr\u00e3-2016-01-20-\u00e0s-16.08.27.png\" alt=\"Captura de ecr\u00e3 2016-01-20, \u00e0s 16.08.27\" width=\"1964\" height=\"926\" srcset=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Captura-de-ecr\u00e3-2016-01-20-\u00e0s-16.08.27.png 1964w, http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Captura-de-ecr\u00e3-2016-01-20-\u00e0s-16.08.27-300x141.png 300w, http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Captura-de-ecr\u00e3-2016-01-20-\u00e0s-16.08.27-1024x483.png 1024w\" sizes=\"(max-width: 1964px) 100vw, 1964px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-306\" class=\"wp-caption-text\"><strong>Jorge Colombo<\/strong> | <em>Paris<\/em>, 2010 | 3 desenhos feitos em Iphone-Art<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A S\u00e3o Paulo de In\u00eas Moura e Maura Grimaldi, Sampa, \u00e9 um espelho cremat\u00f3rio. M\u00e3os secretas v\u00e3o dobrando uma imagem e S\u00e3o Paulo descontextualiza-se numa migalha de luz. \u00c9 como no exemplo proposto por Robert Smithson para nos falar do conceito de entropia, (a crian\u00e7a&nbsp; brincando na caixa de areia, misturando dois tipos de areia ao&nbsp; ponto em que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel distingui-las) o car\u00e1cter irrevers\u00edvel&nbsp; do quotidiano, do que desaparece, do que permanece como que se elucida&nbsp; naquela metaboliza\u00e7\u00e3o das estratifica\u00e7\u00f5es imobili\u00e1rias num vazio&nbsp; luminoso. A cidade-estado <em>non ducor duco<\/em> exemplifica a impressionante&nbsp; urbaniza\u00e7\u00e3o (e superlota\u00e7\u00e3o) do Brasil (em trinta anos atingiu o que levou noventa aos EUA). M\u00e3os secretas v\u00e3o mitigando um panorama&nbsp; de S\u00e3o Paulo. H\u00e1 uma po\u00e9tica do impacto emocional e da sua fase interpretativa (articular a emo\u00e7\u00e3o da cidade amada\/vista pela primeira&nbsp; vez, como material est\u00e9tico, racionaliz\u00e1-la como o documento de uma&nbsp; tentativa de integra\u00e7\u00e3o numa comunidade); uma po\u00e9tica constru\u00edda em&nbsp; torno do desaparecimento cinem\u00e1tico da experi\u00eancia vivida. \u00c9 de uma&nbsp; negocia\u00e7\u00e3o entre partes de que se fala, de quem chega e se encontra&nbsp; em descontinuidade, consciente do desenraizamento, do olhar incompleto&nbsp; e hipnotizado que \u00e9 gerado pela experi\u00eancia (parcial? tur\u00edstica?)&nbsp; da novidade, do irrepet\u00edvel, de quem se coloca diante de um espa\u00e7o&nbsp; com vida anterior e pergunta ao outro, interroga, pede orienta\u00e7\u00e3o,&nbsp; pede que aquela esquina saia do fim do mundo.<\/p>\n<div id=\"attachment_305\" style=\"width: 2042px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Captura-de-ecr\u00e3-2016-01-20-\u00e0s-16.08.03.png\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-305\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-305 size-full\" src=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Captura-de-ecr\u00e3-2016-01-20-\u00e0s-16.08.03.png\" alt=\"Captura de ecr\u00e3 2016-01-20, \u00e0s 16.08.03\" width=\"2032\" height=\"974\" srcset=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Captura-de-ecr\u00e3-2016-01-20-\u00e0s-16.08.03.png 2032w, http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Captura-de-ecr\u00e3-2016-01-20-\u00e0s-16.08.03-300x144.png 300w, http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Captura-de-ecr\u00e3-2016-01-20-\u00e0s-16.08.03-1024x491.png 1024w\" sizes=\"(max-width: 2032px) 100vw, 2032px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-305\" class=\"wp-caption-text\"><strong>In\u00eas Moura e Maura Grimaldi<\/strong> | <em>Sampa<\/em>, 2009 | v\u00eddeo digital cor, 00:03:42 min. em loop<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E finalmente temos os edif\u00edcios-cidade de Vasco Mour\u00e3o, minuciosos&nbsp; mil folhas arquitect\u00f3nicos low-tech que percorrem alguns dos equ\u00edvocos&nbsp; espaciais da vida <em>intra e extra muros<\/em>. S\u00e3o exerc\u00edcios idiorritmicos&nbsp; (um termo barthesiano) feitos a caneta sobre os conflitos latentes&nbsp; da ideia de condicionamento: intimidade e opress\u00e3o, enraizamento e&nbsp; nomadismo, fetichiza\u00e7\u00e3o e desprendimento. Da cave ao s\u00f3t\u00e3o, do buraco escavado \u00e0 tumefac\u00e7\u00e3o vertical ou \u00e0 almofada em digress\u00e3o a\u00e9rea a&nbsp; arquitectura presentifica-se no seu dualismo cl\u00e1ssico: constru\u00e7\u00e3o por&nbsp; adi\u00e7\u00e3o de partes (o vazio s\u00e9rio do espa\u00e7o cartesiano contraposto \u00e0&nbsp; acumula\u00e7\u00e3o c\u00f3mica e descentrada de elementos) ou por extrac\u00e7\u00e3o (aquela concavidade repleta de escada e janelas, um bairro vertical invertido&nbsp; poder\u00e1 ser uma encarna\u00e7\u00e3o em grande escala da vida intra-uterina? O&nbsp; regresso ao conforto da penumbra, ao favo da colmeia?). A arquitectura&nbsp; ent\u00e3o delineada como o futuro do que ainda n\u00e3o aconteceu sob a apar\u00eancia&nbsp; daquilo que foi imaginado\/vivido; ou ainda a cultura (os mores)&nbsp; arquitect\u00f3nica como se aproximando do futuro das suas origens atrav\u00e9s&nbsp; da repeti\u00e7\u00e3o (aqui, nesta glosa, entendida como a procura do autentico,&nbsp; como a cr\u00edtica do simulacro, do maneirismo e do readymade social).&nbsp; O poeta modernista russo Velimir Khlebnikov, para quem a actualidade tem tamb\u00e9m que ser nost\u00e1lgica (isto \u00e9, tem que reconhecer que as mensagens&nbsp; do passado alcan\u00e7am e s\u00e3o aud\u00edveis ainda com potencial her\u00f3ico&nbsp; no realismo incompleto do presente hist\u00f3rico) gostaria certamente da&nbsp; estranheza visual destes ensaios onde a isotropia europeia \u00e9 entran\u00e7ada&nbsp; no oriente otomano (da Alexandria desenhada pelos enciclopedistas&nbsp; de Napole\u00e3o \u00e0 Transcauc\u00e1sia como maternidade da Europa). Terminemos&nbsp; com Roland Barthes: O texto&nbsp; (a arquitectura desenhada, aqui) \u00e9 um&nbsp; tecido de cita\u00e7\u00f5es extra\u00eddas dos diferentes centros de cultura.<\/p>\n<div id=\"attachment_307\" style=\"width: 1772px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Captura-de-ecr\u00e3-2016-01-20-\u00e0s-16.08.55.png\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-307\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-307 size-full\" src=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Captura-de-ecr\u00e3-2016-01-20-\u00e0s-16.08.55.png\" alt=\"Captura de ecr\u00e3 2016-01-20, \u00e0s 16.08.55\" width=\"1762\" height=\"916\" srcset=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Captura-de-ecr\u00e3-2016-01-20-\u00e0s-16.08.55.png 1762w, http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Captura-de-ecr\u00e3-2016-01-20-\u00e0s-16.08.55-300x156.png 300w, http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Captura-de-ecr\u00e3-2016-01-20-\u00e0s-16.08.55-1024x532.png 1024w\" sizes=\"(max-width: 1762px) 100vw, 1762px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-307\" class=\"wp-caption-text\"><strong>Vasco Mour\u00e3o<\/strong> |<em> Obsess\u00e3o<\/em>, 2010 | tinta-da-China s\/ papel | 38 x 56 cm<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_387\" style=\"width: 1039px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Jorge-Colombo_4-cidades_Fotos.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-387\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-387 size-full\" src=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Jorge-Colombo_4-cidades_Fotos.jpg\" alt=\"Exposi\u00e7\u00e3o 4 Cidades, no C\u00edrculo Sereia\" width=\"1029\" height=\"683\" srcset=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Jorge-Colombo_4-cidades_Fotos.jpg 1029w, http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Jorge-Colombo_4-cidades_Fotos-300x199.jpg 300w, http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Jorge-Colombo_4-cidades_Fotos-1024x680.jpg 1024w\" sizes=\"(max-width: 1029px) 100vw, 1029px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-387\" class=\"wp-caption-text\">Exposi\u00e7\u00e3o<em> 4 Cidades<\/em>, no C\u00edrculo Sereia<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_388\" style=\"width: 1039px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Vasco-Mour\u00e3o-5_4cidades_Fotos.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-388\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-388 size-full\" src=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Vasco-Mour\u00e3o-5_4cidades_Fotos.jpg\" alt=\"\" width=\"1029\" height=\"683\" srcset=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Vasco-Mour\u00e3o-5_4cidades_Fotos.jpg 1029w, http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Vasco-Mour\u00e3o-5_4cidades_Fotos-300x199.jpg 300w, http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Vasco-Mour\u00e3o-5_4cidades_Fotos-1024x680.jpg 1024w\" sizes=\"(max-width: 1029px) 100vw, 1029px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-388\" class=\"wp-caption-text\">Exposi\u00e7\u00e3o <em>4 Cidades<\/em>, no C\u00edrculo Sereia<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_389\" style=\"width: 1039px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Yonamine-2_4-cidades_Fotos.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-389\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-389 size-full\" src=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Yonamine-2_4-cidades_Fotos.jpg\" alt=\"\" width=\"1029\" height=\"683\" srcset=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Yonamine-2_4-cidades_Fotos.jpg 1029w, http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Yonamine-2_4-cidades_Fotos-300x199.jpg 300w, http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Yonamine-2_4-cidades_Fotos-1024x680.jpg 1024w\" sizes=\"(max-width: 1029px) 100vw, 1029px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-389\" class=\"wp-caption-text\">Exposi\u00e7\u00e3o <em>4 Cidades<\/em>, no C\u00edrculo Sereia<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/fEblMCxdK_A?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>In\u00eas Moura e Maura Grimaldi,&nbsp;Jorge Colombo,&nbsp;Vasco Mour\u00e3o,&nbsp;Yonamine Yonamine \u00e9 um nativo da Luanda da Guerra dos trinta anos e um visitante\/ habitante de longo curso de Lisboa, uma Luanda mais limpa como o pr\u00f3prio afirma, ou noutros termos uma Luanda Schengen sem tempestades \u00e9picas em torno da luta de classes. 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