{"id":776,"date":"2014-07-19T14:11:47","date_gmt":"2014-07-19T14:11:47","guid":{"rendered":"http:\/\/capc.com.pt\/site\/?p=776"},"modified":"2020-03-10T15:41:38","modified_gmt":"2020-03-10T15:41:38","slug":"a-vanguarda-esta-em-ti-2","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/capc.com.pt\/site\/index.php\/a-vanguarda-esta-em-ti-2\/","title":{"rendered":"<b>A vanguarda est\u00e1 em ti<\/b>"},"content":{"rendered":"<p><b><i>A VANGUARDA EST\u00c1 EM COIMBRA&nbsp;<\/i><\/b><\/p>\n<p><b><i>A VANGUARDA EST\u00c1 EM TI&nbsp;<\/i><\/b><\/p>\n<p>CAP ou C.A.P. &#8230;eis as letras a fixar se o leitor for um dia a Coimbra, e quiser falar \u00aba pretexto de arte\u201d com gente das \u201cartes\u201d. Artes de ac\u00e7\u00e3o, belas-artes,malas-artes de liberdade: de encontro consigo pr\u00f3prio. E com os outros. Ali\u00e1s.\u201da individualidade \u00e9 uma rela\u00e7\u00e3o que se dirige a si pr\u00f3prio\u201d (\u00f3! Kierkegaard meu amigo), e os outros, como encontr\u00e1-los sen\u00e3o em si pr\u00f3prios?<\/p>\n<p>Mas este encontro tem muito pouco a ver com as (consagradas) Belas-Artes, a Pintura, a Escultura, o Desenho, a M\u00fasica, o Cinema, e etc. \u2026 A todos estes entretenimentos se aplica bem a palavra recente de Rossellini , em Lisboa proferida (e que devia ser emoldurada pelos tontos cinefilistas&#8230; mas n\u00e3o \u00e9, n\u00e3o o vai ser): \u201cAcho de facto que o cinema hoje j\u00e1 n\u00e3o interessa!\u201d Pois n\u00e3o. Nem a pintura, nem etc.<\/p>\n<p>O que interessa n\u00e3o \u00e9 toda essa pasmaceria de t\u00e9cnicas e aliena\u00e7\u00e3o, beleza labirinticamente pr\u00e9- constituida e pr\u00e9 estabelecida; esse caminho para todas as Academias (e para a economia do mercado, bem entendido). O que interessa \u00e9 a tal descoberta, a qual s\u00f3 pode ser conseguida num exerc\u00edcio total do corpo e do esp\u00edrito, das m\u00e3os e da cabe\u00e7a.<\/p>\n<p>Esse exerc\u00edcio \u00e9 a pr\u00e1tica quotidiana do CAP. Sim o CAP ali em Coimbra \u00e0 Rua Castro Matoso, mesmo em frente da Cl\u00e9psidra. O leitor v\u00e1 l\u00e1 beba um caf\u00e9 na Cl\u00e9psidra e pergunte. Pergunte, porque \u201celes\u201d n\u00e3o t\u00eam horas. Pergunte pelo Dixo, ou pelo T\u00falia Saldanha. Ou pelo Alberto Carneiro, que nesse dia talvez tenha vindo do Porto. Ou pelo Armando Azevedo, se j\u00e1 acabou a \u201ctropa\u201d, ou pelo Jos\u00e9 Casimiro, Teresa Loff, outros alguns outros. \u00c0s vezes eu tamb\u00e9m dou l\u00e1 uma saltada. Pergunte, e n\u00e3o esteja \u00e0 espera de nada bem definido. N\u00e3o esteja \u00e0 espera de ir ver uma exposi\u00e7\u00e3o ou ouvir um concerto bem afinado- porque, enfim, tudo isso pode acontecer&#8230; ou talvez, simplesmente, voc\u00ea v\u00e1 conversar um bocado, e \u00e0 noite comer um petisco \u00e0 casa da T\u00falia. Ou talvez&#8230;quem sabe? Voc\u00ea v\u00e1 at\u00e9 ao CAP exercer-se com pinc\u00e9is e l\u00e1pis de cor. Lembra-se, quando era \u201cmi\u00fado\u201d. Voc\u00ea tamb\u00e9m pintou coisas?&#8230; E agora? Voc\u00ea com certeza n\u00e3o anda l\u00e1 muito feliz, com essa hist\u00f3ria da gasolina e o resto: por que n\u00e3o tentar ent\u00e3o reconquistar esse tempo de inoc\u00eancia e vigor? E olhe que isto talvez n\u00e3o seja fugir aos problemas, talvez Voc\u00ea os venha a enfrentar depois com novas for\u00e7as. De resto. Voc\u00ea tem a certeza que n\u00e3o, no seu dia a dia, n\u00e3o anda, precisamente, a fugir aos problemas?<\/p>\n<p>Bem, para seu sossego, devo dizer-lhe que o CAP \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o respeit\u00e1vel, tem subs\u00eddios da Gulbenkian e tudo. E at\u00e9 vou dizer-lhe (em segredo) o que significa as letras CAP:<\/p>\n<p>C\u00edrculo de Artes Pl\u00e1sticas. \u201cArtes Pl\u00e1sticas\u201d? Deixe l\u00e1, \u00e9 uma designa\u00e7\u00e3o antiga e do sistema.<\/p>\n<p>Mas as palavras n\u00e3o mordem, o sistema sim mas podemos (devemos) defender-nos. \u00c9 o que tentam fazer os \u201cpl\u00e1sticos\u201d do CAP. Entretanto, nesta hist\u00f3ria de defesa mais uma coisa lhe sugiro, lembre-se da Napole\u00e3o: \u201cS\u00f3 a ofensiva conduz \u00e0 vit\u00f3ria.\u201d<\/p>\n<p>Nas fotografias Voc\u00ea est\u00e1 a ver a gente do CAP. A pintar. Em grupo, ou individualmente. Em grande liberdade. Foi uma sess\u00e3o de pintura total: acabaram por se pintar a eles pr\u00f3prios. Tamb\u00e9m pode acontecer. A sess\u00e3o (o acontecimento, o \u201chappening\u201d, a \u201cperforming art\u201d&#8230; como quiser designar a coisa) chamou-se \u201cGuerra das Tintas\u201d. A 17 de janeiro vai la haver (ou j\u00e1 houve) uma oferta, \u201ca pretexto da arte\u201d \u00c9 uma ideia e um convite do Robert Filliou. E meus e do CAP tamb\u00e9m.<\/p>\n<div id=\"attachment_779\" style=\"width: 1210px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/convite-FACEBOOK.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-779\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-779\" src=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/convite-FACEBOOK.jpg\" alt=\"Cartaz das exposi\u00e7\u00f5es A VANGUARDA EST\u00c1 EM TI, no Centro Cultural de \u00cdlhavo, no C\u00edrculo Sereia e no Museu Municipal Edif\u00edcio Chiado\" width=\"1200\" height=\"1497\" srcset=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/convite-FACEBOOK.jpg 1200w, http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/convite-FACEBOOK-240x300.jpg 240w, http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/convite-FACEBOOK-821x1024.jpg 821w\" sizes=\"(max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-779\" class=\"wp-caption-text\">Cartaz das exposi\u00e7\u00f5es A VANGUARDA EST\u00c1 EM TI, no Centro Cultural de \u00cdlhavo, no C\u00edrculo Sereia e no Museu Municipal Edif\u00edcio Chiado<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b><i>ap\u00eandice&nbsp;<\/i><\/b><\/p>\n<p><b><i>ARTE NA RUA \u201cSemana da Arte (da) na Rua\u201d, promovida pelo C\u00edrculo de Artes Pl\u00e1sticas de Coimbra, Maio\/ Junho, 1976.&nbsp;<\/i><\/b><\/p>\n<p>Num dos seus ensaios Edgar Morin refere-se \u00e0s pessoas e classes que subsistem a roer, diligentemente, \u201cum osso do passado\u201d. Esta atitude \u00e9 mais frequente do que se pode imaginar, ou simplesmente&#8230; dizer. Porque o passado nos espreita a cada porta do presente, vem por \u00ednvias novidades tanto como na redundante seguran\u00e7a do saber j\u00e1 comprovado. Uma das manhas do passado \u00e9 afirmar que o moderno j\u00e1 foi, exageradamente foi, e agora o que \u00e9 preciso \u00e9 restabelecer o equil\u00edbrio. Ora o moderno \u00e9 o exagero por defini\u00e7\u00e3o, e j\u00e1 estou a pensar no dom\u00ednio das artes visuais. Sade (atrai\u00e7oado genialmente por Pasolini) diria que o exagero justifica tudo&#8230;<\/p>\n<p>O exagero. Por exemplo, viver em Coimbra, ser de Coimbra, \u201ca cidade nossa delas\u201d e ousar uma actividade (visual ) que excede todas as medidas ( das Cidade, da rua) devolvendo as pessoas \u00e0 dimens\u00e3o perdida (ao Para\u00edso Perdido)&#8230; \u00e0 Festa &#8211; eis o exemplo de um total exagero, de uma clara modernidade. Oportunidade \u00fanica, talvez imposs\u00edvel de repetir t\u00e3o cedo, porque tamb\u00e9m aqui foi necess\u00e1rio reunir factores altamente contradit\u00f3rios: um poder contaminado pelo po\u00e9tica desta gente, e esta gente (por vez uma pessoa s\u00f3) contaminado tamb\u00e9m por uma esperan\u00e7a contracultural que \u00e9 a Poesia toda, que \u00e9 cantar como Cam\u00f5es. \u201ca gente surda e endurecida..\u201d metida apenas no \u201cgosto da cobi\u00e7a e na rudeza \/ De hua austera, apagada e vil tristeza\u201d.<\/p>\n<p>Um exagero. Um exagero reunir na mesma fun\u00e7\u00e3o as crian\u00e7as a pintar na rua e a Banda Filarm\u00f3nica do Quartel General da Regi\u00e3o Militar do Centro ; Ranchos Folcl\u00f3ricos daqui e dali, a Anar-Band do Porto e o&nbsp; \u201cLuis Vaz\u201d (que termina evocando a \u201cLira Destemperada\u201d da Cam\u00f5es); o C.I.T.A.C. e a Casa da Com\u00e9dia; marchas de encapu\u00e7ados e a porta sempre aberta (da sede do C.A.P.C) para a reflex\u00e3o, para o conv\u00edvio, para as raras ac\u00e7\u00f5es de body art que se fizeram at\u00e9 agora neste pa\u00eds&#8230;<\/p>\n<p>Para compreender como isto \u00e9 poss\u00edvel seria necess\u00e1rio, em primeiro lugar, fazer um curso sobre Coimbra, uma cidade onde a luta de classes em permanente convuls\u00e3o \u00e9 directamente cultural, mas com um pundonor e um brio que n\u00e3o s\u00e3o apenas universit\u00e1rios. Seria necess\u00e1rio atentar demoradamente nesse fen\u00f3meno, quase \u00fanico em Portugal no seu g\u00e9nero: o C\u00edrculo de Artes Pl\u00e1sticas de Coimbra. Trata-se da \u00fanica \u201csociedade art\u00edstica\u201d deste pa\u00eds que mant\u00e9m um esp\u00edrito de work-shop, que n\u00e3o foi poss\u00edvel conseguir nem em Lisboa como, por exemplo, a S.N.B.A.; nem no Porto, como, por exemplo, a Cooperativa \u201cA \u00c1rvore\u201d. Seria necess\u00e1rio historiar as muitas actividades passadas deste C\u00edrculo, desde a exposi\u00e7\u00e3o colectiva \u201cCoimbra Nossa Deles\u201d ao \u201cAnivers\u00e1rio da Arte\u201d; os Cursos Livre, orientados principalmente por professores da E.S.B.A. do Porto. \u00c2ngelo de Sousa, Jo\u00e3o Dixo, Alberto Carneiro, etc. Estes precedentes explicar\u00e3o, em parte, o \u00eaxito da iniciativa, mas \u00e9 preciso ir mais longe:<\/p>\n<p>Quem fez aqueles magn\u00edficos diapositivos da \u201cArte na Rua\u201d? H\u00e1 sempre algu\u00e9m por descobrir num trabalho \u201caberto\u201d; e como dizem os nossos amigos de Coimbra \u201c A ARTE pode ser a VIDA.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Ernesto de Sousa<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n<div id=\"attachment_1102\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/P1010432.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1102\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1102 size-full\" src=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/P1010432.jpg\" alt=\"OLYMPUS DIGITAL CAMERA\" width=\"550\" height=\"733\" srcset=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/P1010432.jpg 550w, http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/P1010432-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1102\" class=\"wp-caption-text\">Exposi\u00e7\u00e3o <em>A vanguarda est\u00e1 em ti<\/em>, no C\u00edrculo Sereia<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_1101\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/P1010416.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1101\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1101 size-full\" src=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/P1010416.jpg\" alt=\"OLYMPUS DIGITAL CAMERA\" width=\"550\" height=\"413\" srcset=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/P1010416.jpg 550w, http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/P1010416-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1101\" class=\"wp-caption-text\">Exposi\u00e7\u00e3o <em>A vanguarda est\u00e1 em ti<\/em>, no C\u00edrculo Sereia<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_1100\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/dia-2-da-expo.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1100\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1100 size-full\" src=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/dia-2-da-expo.jpg\" alt=\"OLYMPUS DIGITAL CAMERA\" width=\"550\" height=\"363\" srcset=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/dia-2-da-expo.jpg 550w, http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/dia-2-da-expo-300x198.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1100\" class=\"wp-caption-text\">Exposi\u00e7\u00e3o <em>A vanguarda est\u00e1 em ti<\/em>, no C\u00edrculo Sereia<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A VANGUARDA EST\u00c1 EM COIMBRA&nbsp; A VANGUARDA EST\u00c1 EM TI&nbsp; CAP ou C.A.P. &#8230;eis as letras a fixar se o leitor for um dia a Coimbra, e quiser falar \u00aba pretexto de arte\u201d com gente das \u201cartes\u201d. 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