Não me enrices a meada


Vanda Madureira

Ontem à noite, na minha rua toda a gente dormia, só eu desenhava
Doba, doba minha dobadoira doba, não me enrices a meada
Não me enrices o novelo, não me enrices o cabelo
Fio, risco, pelo… perdi a linha do pensamento
No momento em que a realidade bate, trago os sapatos desapertados, desatados
Quebra o lápis do tempo
Desenho ao vento
Dobra a linha

Ação sonora e visual
Vanda Madureira e Zé Djalo

Círculo Sede, Rua Castro Matoso, n.º 18, Coimbra
10/07/2021
17h00