{"id":2068,"date":"2018-01-16T10:46:31","date_gmt":"2018-01-16T10:46:31","guid":{"rendered":"http:\/\/capc.com.pt\/site\/?p=2068"},"modified":"2020-03-11T12:46:42","modified_gmt":"2020-03-11T12:46:42","slug":"1-000-055-o-aniversario-da-arte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/capc.com.pt\/site\/index.php\/1-000-055-o-aniversario-da-arte\/","title":{"rendered":"<b>1 000 055.\u00ba Anivers\u00e1rio da Arte<\/b>"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Aniversario_da_Arte_17_JAN18.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-2070\" src=\"http:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Aniversario_da_Arte_17_JAN18.jpg\" alt=\"Aniversario_da_Arte_17_JAN18\" width=\"4535\" height=\"6614\" srcset=\"https:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Aniversario_da_Arte_17_JAN18.jpg 4535w, https:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Aniversario_da_Arte_17_JAN18-206x300.jpg 206w, https:\/\/capc.com.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Aniversario_da_Arte_17_JAN18-702x1024.jpg 702w\" sizes=\"(max-width: 4535px) 100vw, 4535px\" \/><\/a><\/p>\n<p>17 de janeiro de 1974<br \/>\nCelebra\u00e7\u00e3o do 1 000 011.\u00ba Anivers\u00e1rio da Arte<\/p>\n<p>Era uma vez, um mundo sem arte. E depois, a arte nasceu. Robert Filliou, artista franc\u00eas associado ao grupo Fluxus, prop\u00f4s, num poema escrito em 1963, que se considerasse que a arte nascera um milh\u00e3o de anos antes, a 17 de janeiro. E desafiou a que esse dia fosse feriado e que nele se celebrasse a presen\u00e7a da arte nas nossas vidas, sendo suficiente faz\u00ea-lo com um \u00ablargar uma esponja num balde de \u00e1gua\u00bb.&nbsp; Em 1974, Ernesto de Sousa recupera esta ideia e promove a celebra\u00e7\u00e3o da data no C\u00edrculo de Artes Pl\u00e1sticas de Coimbra. Seria o 1 000 011.\u00ba Anivers\u00e1rio da Arte. Participaram na festa Alberto Carneiro, Albuquerque Mendes, Alfredo Pinheiro Marques, Armando Azevedo, Jo\u00e3o Dixo, Jorge Peixinho, Ernesto de Sousa, Isabel Alves, Teresa Loff, T\u00falia Saldanha, entre outros.<\/p>\n<p>O CAPC volta a comemorar esta data. Em 2018, s\u00e3o os 1&nbsp;000 055 anos da Arte, com um programa que re\u00fane momentos da sua hist\u00f3ria de 60 anos ao finalizar a sua iniciativa mais recente, o Anozero \u2013 Bienal de Arte Contempor\u00e2nea de Coimbra. Apresenta\u00e7\u00e3o de performances, lan\u00e7amento de edi\u00e7\u00f5es e muita festa v\u00e3o fazer parte de um dia de celebra\u00e7\u00e3o da arte por v\u00e1rios espa\u00e7os da cidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>17 de janeiro de 2018<br \/>\nCelebra\u00e7\u00e3o do 1 000 055.\u00ba Anivers\u00e1rio da Arte<\/p>\n<p>O C\u00edrculo de Artes Pl\u00e1sticas da Universidade de Coimbra (CAPC) vai promover um conjunto de iniciativas no pr\u00f3ximo dia 17 de janeiro, quarta-feira, relacionadas com a sua atividade mais recente, a Bienal de Arte Contempor\u00e2nea de Coimbra, e com a continua\u00e7\u00e3o da comemora\u00e7\u00e3o da data designada como Anivers\u00e1rio da Arte \u2014 que, desde 1974, assinala com \u00abuma FESTA, sem arte (convencional), mas que seja ela pr\u00f3pria uma verdadeira afirma\u00e7\u00e3o de identidade poss\u00edvel e necess\u00e1ria entre a Arte e a Vida\u00bb. O programa come\u00e7a \u00e0s 16h30 e prolonga-se at\u00e9 ao fim da noite. A participa\u00e7\u00e3o \u00e9 livre.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Lan\u00e7amento do Cat\u00e1logo Anozero\u201917<\/p>\n<p>A 2.\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Anozero, que decorreu entre 11 de novembro e 30 de dezembro, deu origem a um livro no qual se regista todo o espa\u00e7o expositivo da bienal, bem como as imagens das v\u00e1rias pe\u00e7as criadas propositadamente para esses locais, ou selecionadas a partir de obras preexistentes, e notas biogr\u00e1ficas de todos os artistas participantes. Trata-se de uma edi\u00e7\u00e3o que serve enquanto mem\u00f3ria de uma iniciativa que foi indicada como uma das grandes exposi\u00e7\u00f5es de 2017, e que compromete todos os organizadores a prossegui-la, tendo sido avaliada na cerim\u00f3nia de abertura, pelo Ministro da Cultura, como \u00abindispens\u00e1vel para o tecido art\u00edstico e cultural\u00bb do Pa\u00eds.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Performance de Gustavo Sumpta<\/p>\n<p>Inicialmente prevista para dezembro, a performance <em>Levantar o Mundo<\/em>, de Gustavo Sumpta, vai decorrer na Igreja do Convento S\u00e3o Francisco a partir das 19 horas. Trata-se de uma a\u00e7\u00e3o que envolve elementos de massa, volume e peso fortemente contrastantes, encenando situa\u00e7\u00f5es de equil\u00edbrio paradoxais e presentificando, mais uma vez, os contrastes e tens\u00f5es que constituem a sua forma de ver o mundo. A entrada \u00e9 livre.<\/p>\n<p>Durante esta performance, ser\u00e1 lan\u00e7ado o cat\u00e1logo da bienal, uma edi\u00e7\u00e3o da Imprensa da Universidade de Coimbra, com textos dos promotores da iniciativa (Manuel Machado \u2014 CMC, Jo\u00e3o Gabriel Silva \u2014 UC e Carlos Antunes \u2014 CAPC), dos curadores (Delfim Sardo e Luiza Teixeira de Freitas) e ensaios de Jacinto Lageira, Jo\u00e3o Maria Andr\u00e9, Sara Chiara e Vasco Santos. As fotografias s\u00e3o de Jorge das Neves e Vitor Garcia, o design gr\u00e1fico de Joana Monteiro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Lan\u00e7amento de <em>Pentimento<\/em>, de Pedro Vaz<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m no \u00e2mbito do Anozero, e ainda antes deste lan\u00e7amento, uma outra obra, ligada \u00e0s duas edi\u00e7\u00f5es da bienal, ser\u00e1 lan\u00e7ada pelas 16h30, nas instala\u00e7\u00f5es do CAPC Sereia. Trata-se de <em>Pentimento<\/em>, de Pedro Vaz, que deu nome \u00e0 instala\u00e7\u00e3o com que este artista participou na primeira edi\u00e7\u00e3o da bienal e que agora, numa publica\u00e7\u00e3o, reflete e regista a forma como evoluiu a obra. A publica\u00e7\u00e3o conta com textos de Carla Alexandra Gon\u00e7alves, Elisabete Marques, Isabella Lenzi, Jo\u00e3o Queiroz, Jo\u00e3o Silv\u00e9rio, Louren\u00e7o Egreja, Maribel Mendes Sobreira, Paula Janu\u00e1rio, Pedro Vaz e S\u00e9rgio Fazenda Rodrigues. As fotografias de <em>Pentimento<\/em> s\u00e3o de Jorge das Neves e Pedro Vaz, o design gr\u00e1fico \u00e9 de Jo\u00e3o Bicker.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Anivers\u00e1rio da Arte<\/p>\n<p>Mais tarde, a partir das 22 horas, decorrer\u00e1 a festa do Anivers\u00e1rio da Arte, para a qual nesta edi\u00e7\u00e3o \u2014 a 1 000 055.\u00aa \u2014 tem um programa desenhado por Jorge das Neves, no qual participam Andresa Soares, Bruno Humberto, Filipa Brito, Jo\u00e3o Ferro Martins, Gon\u00e7alo Alegria e V\u00edtor Reis. A entrada \u00e9 livre.<\/p>\n<p>C\u00edrculo Sede, quarta 17 janeiro pelas 22 h<br \/>\nM\u00fasica | Performance | Jogos<\/p>\n<p>com a participa\u00e7\u00e3o de<br \/>\nAndresa Soares<br \/>\nBruno Humberto<br \/>\nFilipa Brito<br \/>\nJo\u00e3o Ferro Martins &amp; Gon\u00e7alo Alegria<br \/>\nV\u00edtor Reis<\/p>\n<p>&gt;<\/p>\n<p>O Programa<\/p>\n<p><em>Study for 100 What(s)<\/em> | Jo\u00e3o Ferro Martins com Gon\u00e7alo Alegria<br \/>\n<em>Study for 100 What(s)<\/em> \u00e9 a primeira fase do projeto <em>100 What(s)<\/em>, apresentando-se aqui como uma a\u00e7\u00e3o sonora que se define pela justaposi\u00e7\u00e3o de uma camada de texto pr\u00e9-gravado sobre uma camada de m\u00fasica improvisada ao vivo.<br \/>\nA subst\u00e2ncia narrativa do trabalho \u00e9 ampla, mas determinada pela l\u00f3gica do questionamento.<br \/>\nA atmosfera para esta apresenta\u00e7\u00e3o espec\u00edfica \u00e9 caracterizada por sonoridades sintetizadas, <em>samples<\/em> e efeitos.<\/p>\n<p>Autoria: Jo\u00e3o Ferro Martins<br \/>\nInterpreta\u00e7\u00e3o sonora: Jo\u00e3o Ferro Martins e Gon\u00e7alo Alegria<br \/>\nVoz pr\u00e9-gravada: Isobel Atacus<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 40 min<\/p>\n<p>_____<\/p>\n<p><em>Combust\u00e3o<\/em> | Andresa Soares<br \/>\n<em>Combust\u00e3o<\/em> \u00e9 um processo de queima de ideias atrav\u00e9s de uma corrida em velocidade na qual se percorrer\u00e1, em 15 min, 8,3 km de pensamento. O fim desta corrida \u00e9 perfeitamente igual ao seu come\u00e7o \u2014 a fuga. A constante derrapagem que a caracteriza acontecer\u00e1 na \u00e1rea de 0,20 m<sup>2<\/sup> e n\u00e3o haver\u00e1 qualquer direito de argumenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Conce\u00e7\u00e3o, texto e performance: Andresa Soares<br \/>\nM\u00fasica: Bruno Humberto<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 15 min<\/p>\n<p>_____<\/p>\n<p><em>O Relato<\/em> | Bruno Humberto<br \/>\nNa cabina, os comentadores est\u00e3o preparados para o in\u00edcio do grande jogo. O relato dos acontecimentos estar\u00e1 a seu cargo, mais uma vez. O p\u00fablico, atrav\u00e9s das vozes dos comentadores, imagina o que dentro do campo somente uma voz pode descrever.<br \/>\nNo escuro, sabemos, n\u00e3o existem imagens repetidas. E o jogo tende sempre para o fim (agora, finta-se o real; depois, comete-se falta dura, no m\u00ednimo para amarelo, sobre o absurdo).<br \/>\n<em>O Relato<\/em> \u00e9 uma performance e pe\u00e7a sonora, onde alguns elementos do p\u00fablico se tornam comentadores de um jogo.<\/p>\n<p>Autoria e interpreta\u00e7\u00e3o: Bruno Humberto<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 25 min<\/p>\n<p>______<\/p>\n<p><em>Atirar o Barro \u00e0 Parede<\/em><br \/>\npe\u00e7a interativa protagonizada pela \u00abCer\u00e2mica \u2013 Vitor Reis\u00bb<br \/>\nVitor Reis \u00e9 um artista pl\u00e1stico das Caldas da Rainha, \u00e9 descendente de oleiros tradicionais e tem dedicado os \u00faltimos anos do seu trabalho \u00e0 cer\u00e2mica.<br \/>\nA pe\u00e7a que apresenta desafia o espectador a \u00abatirar o barro \u00e0 parede\u00bb e a candidatar-se, deste modo, a uma pe\u00e7a em cer\u00e2mica da sua autoria.<br \/>\nEsta \u00abperformance\u00bb permite um contacto divertido com o autor e o seu trabalho.<br \/>\nwww.ceramicavitorreis.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; 17 de janeiro de 1974 Celebra\u00e7\u00e3o do 1 000 011.\u00ba Anivers\u00e1rio da Arte Era uma vez, um mundo sem arte. 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