Destaques e Parcerias


Uma parceria
Círculo de Artes Plásticas de Coimbra | Estórias: Portugal-África, Imagens & Narrativas | Apoio: DGArtes

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Em resposta à procura entusiasta do público, que ao fim da tarde de ontem lotou o pequeno auditório do Círculo Sereia para assistir ao filme documentário Natureza Morta (Susana de Sousa Dias, 2005), o Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, em parceria com  o projeto Imagens e Narrativas: Portugal | África*, decidiu estender a exibição deste filme por mais 4 dias e outras tantas sessões, todas às 17h de cada dia até ao fim da semana.
Assim, eis o horário das sessões extra: às 17h do dia de hoje, Qua 02 Nov, de amanhã, Qui 03 Nov, de depois de amanhã, Sex 04 Nov e ainda de Sáb 04 Nov, sempre no Círculo Sereia. O filme tem a duração de 72 min e a entrada é livre.

> O projeto Imagens e Narrativas: Portugal | África tem como objetivo a produção coletiva de um Atlas cultural sobre a ligação entre Portugal e África com raiz em experiências individuais, familiares e comunitárias presentes ou passadas. A partilha destas histórias visa a valorização da afrodescendência no Portugal contemporâneo, mas também o reconhecimento de uma grande diversidade de experiências de entrosamento entre Portugal e África como uma realidade pregnante e transversal na sociedade portuguesa. Participa, através do Guião Estórias Portugal | África!

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>Natureza Morta – Visages d’une Dictature
(filme documentário de Susana de Sousa Dias, 2005)

Natureza Morta – Visages d’une Dictature é um documentário que utiliza apenas materiais de arquivo (imagens captadas durante o regime ditatorial (filmes de atualidades e de propaganda, reportagens de guerra, documentários e fotografias de prisioneiros). Refletindo necessariamente os documentos oficiais desta época, o olhar do regime e os seus vários filtros, a questão que a autora se coloca é a de saber se é possível, com base nesses arquivos, erigir um outro ponto de vista sobre a história. Após um longo trabalho sobre o arquivo, e através de um conjunto de operações formais sobre as imagens, operações de perscrutação e de desvelamento, a autora procura trazer à luz outros níveis de leitura, mais densamente inscritos nas imagens, abrindo a sua superfície a dimensões que desmultiplicam os seus significados e a sua intensidade.

Este documentário foi premiado em vários festivais de cinema nacionais e internacionais, tendo recebido nomeadamente o prémio de melhor documentário do DocLisboa em 2005. Após uma rigorosa reconfiguração do filme para instalação em 2010, “Natureza Morta / Stilleben” tem sido mostrado em outros espaços museológicos e de galeria, nacionais e internacionais.

Ficha técnica
Realização: Susana de Sousa Dias | Música: António de Sousa Dias | Montagem: Susana de Sousa Dias com Valérie Bregaint e Helena Alves | Produção: Ansgar Schäfer (KINTOP) e Xavier Carniaux (AMIP) | Duração: 72 minutos | Apoios: Centre National de la Cinématographie, Procirep, Arte France, Fundação Calouste Gulbenkian | Distribuição: Atalanta Filmes

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>Natureza Morta / Stilleben
(instalação de Susana de Sousa Dias, 2010)

Enquanto instalação, a peça acompanha também outro tipo de questões no âmbito da arte contemporânea, relacionadas com a migração ou expansão das imagens em movimento para outras formatos e suportes diferentes dos do cinema. A peça compõe-se, neste caso, como um tríptico com três ecrãs de projeção e instalação sonora, de António de Sousa Dias. As propostas de distribuição das imagens por esta estrutura, assim como as propostas de escala e de perspectiva, acentuam o rigor do trabalho formal sobre as imagens e a desmultiplicação dos significados que nelas emergem, num tempo cheio de suspensões que permite resgatar o que foi secundarizado ou submetido pela história e pelo seu olhar dominante.

Sem recorrer a palavras e utilizando apenas materiais de arquivo registados durante os 48 anos da ditadura portuguesa (actualidades, reportagens de guerra, documentários de propaganda, fotografias de prisioneiros políticos, mas também rushes nunca utilizados) a instalação procura ir mais longe que o filme que se encontra na sua génese, Natureza Morta da autoria de Susana de Sousa Dias com música de António de Sousa Dias. Alguns dos princípios então impossibilitados pelas próprias condicionantes do dispositivo cinematográfico são agora colocados em prática pela instalação, aprofundando questões que se prendem com o espaço, o tempo e a narrativa, mas também explorando outras formas de escrita musical.

Ficha técnica
Projecção em três ecrãs, dimensões variáveis, preto e branco/cor, som 5.1, 33 minutos | Concepção e Realização: Susana de Sousa Dias | Música: António de Sousa Dias | Imagem: Vasco Riobom | Montagem: Susana de Sousa Dias | Mistura de som: João Ganho | Programação: António de Sousa Dias | Produção: Ansgar Schäfer | Kintop | Meios Técnicos: Kintop, Light Film e O Ganho do Som | Arquivos: Centro de Audiovisuais do Exército, Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema, Instituto dos Arquivos Nacionais / Torre do Tombo, Radiotelevisão Portuguesa | Apoio ao desenvolvimento do projecto: Fundação Calouste Gulbenkian | Apoio à realização do projecto: CICM (Universidade Paris 8 – MSH Paris Nord) | Projecto Financiado pelo MC / DGArtes

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> Susana de Sousa Dias é docente na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, doutorada em Estética, Ciências e Tecnologias da Arte (FBAUL), licenciada em Artes Plásticas (FBAUL) e em Cinema (ESTC), tendo frequentado também o curso de música (EMCN). A sua obra tem obtido um amplo reconhecimento nacional e internacional na área do documentário, destacando-se as muitas menções e prémios do seu último filme 48 (93’, 2009).

> António de Sousa Dias é compositor, doutorado em musicologia (Paris VIII), investigador do CITAR e pósdoutorado no CICM (MSH Paris Nord / Paris VIII). Foi professor ENCN, na ESML de que foi também subdirector (1995-2001). As suas obras têm sido executadas em diversos países, tendo a composição para cinema e televisão particular destaque na sua obra musical.

> Fabrice Schurmans é licenciado em Filologia Românica e em Artes e Ciências da Comunicação (Universidade de Liège) e Doutor em Sociologia na área de Estudos pós-coloniais e Cidadania Global, (UC). É também investigador do CES e do projeto ERC Memoirs. É autor de O Trágico do Estado Póscolonial. Pius Ngandu Nkashama, Sony Labou Tansi, Pepetela. Coimbra: Almedina CES (2014).

> Ansgar Schäfer é doutorado em História e investigador no Instituto de História Contemporânea (UNL), com uma tese sobre a temática do Natureza Morta (Representar a História. Potencial e Limites do Documentário Histórico na Divulgação do Passado), de que foi também produtor.

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Natureza Morta — Visages d’une Dictature
um filme de Susana de Sousa Dias
Ter 01 Nov | Círculo Sereia | 17h

exibição seguida de debate
com
Susana de Sousa Dias, António de Sousa Dias, Fabrice Shurmans e Ansgar Schäfer

[Fotos: ©Jorge das Neves]


 

Uma parceria Círculo de Artes Plásticas de Coimbra | Colégio das Artes da Universidade de Coimbra

Para Além do Lugar, Os Lugares … > Uma Conversa com Rubens Mano
Círculo Sereia | Sexta 30 Setembro | 18h

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> Rubens Mano

Artista visual, é mestre em Poéticas Visuais pela Escola de Comunicações e Artes/ USP (Universidade de São Paulo).
Foi contemplado com o Prémio Funarte Marc Ferrez de Fotografia (Brasil), em 2012; o edital Arte e Patrimônio do Ministério da Cultura/IPHAN (Brasil), em 2009, e a bolsa Cisneros Fontanals Art Foundation (EUA), em 2006. Dentre suas exposições individuais, destacam-se as realizadas no Centro Cultural São Paulo (São Paulo), 2014; na Casa da Imagem (São Paulo), 2012; no Museu Nacional (Brasília), 2010; e no Projeto Octógono da Pinacoteca do Estado de São Paulo (São Paulo), 2008. Participou da 28ª e 25ª edição da Bienal de São Paulo (Brasil), 2008 e 2002; do inSite (México/EUA), 2005; da 14ª Biennial of Sydney (Austrália), 2004; e de inúmeras coletivas no Brasil e no exterior, em instituições como o Museu di Arte Moderna e Contemporanea di Trento e Rovereto (Rovereto, Itália); o Centro Galego de Arte Contemporánea (Santiago de Compostela, Espanha); o Museum of Contemporary Art (Tóquio, Japão); o Henry Moore Institute (Leeds, Inglaterra); o Museu de Arte Moderna (São Paulo, Brasil); e o Centre de la Photographie (Genebra, Suiça).

conversa-rubens-mano-01conversa-rubens-mano-03conversa-rubens-mano-04conversa-rubens-mano-05conversa-rubens-mano-06conversa-rubens-mano-07Para Além do Lugar, Os Lugares … > Uma Conversa com Rubens Mano Círculo Sereia | Sexta 30 Setembro
[Fotos: ©Jorge das Neves]

 


 

Parceria com o Museu Temporário de Memórias/JACC

70’s | 10’s — MEMÓRIAS DA VANGUARDA
Museu Temporário de Memórias
— entre as 23h59 de dia 29 e as 23h59 do dia 30 de Setembro —

‘O ECO DA FLORESTA’

Andar Na Floresta ©Jorge das Neves

[Foto: Andar Na Floresta ©Jorge das Neves]

Encerrando a exposição no Museu Temporário de Memórias, sobre as vanguardas artísticas dos anos 70 e a sua domiciliação no CAPC Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, propomos uma finissage organizando uma exposição de um dia — entre as 23h59 de dia 29 e as 23h59 do dia 30 de Setembro — com obras das décadas subsequentes.
A recente classificação do edifício sede do CAPC tem como principal argumento legitimador a continuidade da acção da instituição ao serviço das vanguardas artísticas ao longo do tempo. Uma atenção continuada a esse tempo que inapelavelmente se renova é a principal razão da nossa existência.
A partir de “Os caminhos da floresta” de Alberto Carneiro, obra seminal da colecção do CAPC, em exibição no Museu Temporário de Memórias, na exposição dedicada às vanguardas artísticas dos anos 70, propomos obras de Isaura Pena, Catarina Baleiras, Sebastião Resende, Vanda Madureira, Ana Rito, Jorge Neves e Ricardo Norte, José Luís Neto e Pedro Vaz.

Carlos Antunes, Désirée Pedro e Jorge das Neves

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[Fotos: ©Jorge das Neves]

 


 

Classificação do Edifício Sede do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (CAPC) como Monumento de Interesse Público

Fachada do Edifício Sede do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra [Foto: ©Jorge das Neves]

Edifício Sede do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra é Monumento de Interesse Público

O edifício-sede do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (CAPC), que desde o final da década de 1950 acolhe a mais antiga instituição dedicada à promoção da arte contemporânea em Portugal, foi esta terça-feira classificado oficialmente como monumento de interesse público.

Na portaria de classificação do imóvel, publicada no Diário da República, o ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, lembra que o edifício constitui o símbolo material do CAPC, funcionando como espaço físico privilegiado para a produção e difusão das vanguardas artísticas coimbrãs, desde os anos 1970 até à actualidade.

“Para além da sua função enquanto polo criativo e de reflexão, onde iniciaram actividade algumas das maiores personalidades da cultura nacional, nele se guarda a colecção CAPC de arte contemporânea, para além de diversos acervos bibliográficos e documentais”, justifica o governante, que classifica o edifício como “um equipamento cultural de referência a nível nacional”.

Situado na Rua de Castro Matoso, 18 (União das Freguesias de Coimbra – Sé Nova, Santa Cruz, Almedina e São Bartolomeu), o edifício não é um imóvel de particular interesse artístico e arquitectónico, como é reconhecido na portaria publicada no Diário da República, “mas reflecte os critérios constantes do artigo 17.º da Lei n.º 107/2001, de 8 de Setembro, relativos ao seu interesse como testemunho notável de vivências e factos históricos, à sua extensão e ao que nela se reflecte do ponto de vista da memória colectiva, e à sua importância do ponto de vista da investigação histórica ou científica”.

Fundado em 1958, por um grupo de jovens estudantes da academia de Coimbra, dos quais se destacam Rui Emílio Vilar e o pintor Mário Silva (recentemente falecido), o Círculo de Artes Plásticas de Coimbra é um organismo autónomo da Academia de Coimbra.

Com autonomia artística e administrativa, é uma associação cultural sem fins lucrativos, reconhecida de manifesto interesse cultural pelo Estado português, que tem como objectivos principais “sensibilizar e interessar o público para a Arte Contemporânea e a Cultura”.

O CAPC oferece diariamente um conjunto diversificado de actividades, que passam por exposições de arte contemporânea, e ainda pela realização de programas de colóquios, conferências, debates, além de sessões de cinema e vídeo. Promove ainda acções específicas, integradas em programas pedagógicos próprios, nos quais se incluem visitas guiadas e comunicações.

O Círculo possui um acervo de obras plásticas considerado significativo, destacando-se a Colecção CAPC de Arte Contemporânea, que vem sendo construída com particular insistência, sobretudo desde 1992.

[Agência Lusa | Jornal Público]

 

 


 

 

Parceria com o Museu Temporário de Memórias/JACC

MEMÓRIAS DA VANGUARDA 70’s — A VANGUARDA ESTÁ EM TI
Museu Temporário de Memórias
20 Agosto a 30 Setembro | Segunda a Sexta | 10h às 14h

A Vanguarda Está Em Ti [00]

Em 1º plano, de costas, Ernesto de Sousa. De pé, ao fundo, Wolf Vostell e Túlia Saldanha. Três dos quatro emblemáticos nomes que a partir de 22 de Agosto e até 30 de Setembro marcam presença no Museu Temporário de Memórias, na exposição Memórias da Vanguarda 70’s — A Vanguarda Está em Ti. [Foto: ©Monteiro Gil – Fotografia de Autor]

No dia 20 de Agosto, pelas 22h, teve lugar um dos momentos altos da programação do Museu Temporário de Memórias: a inauguração da exposição do CAPC — Círculo de Artes Plásticas de Coimbra ‘MEMÓRIAS DA VANGUARDA 70’s — A VANGUARDA ESTÁ EM TI’.
A curadoria é de Carlos Antunes e Désirée Pedro.

O CAPC — Círculo de Artes Plásticas de Coimbra foi fundado em 1958 por um grupo de jovens estudantes da academia de Coimbra, dos quais se destacam Rui Emílio Vilar e Mário Silva. Em vésperas de ver classificado o seu edifício sede pela relevância histórica da sua actividade continuada, o CAPC tem vindo a produzir uma série de exposições sobre a sua história em espaços externos, com início no Museu Marítimo de Íhavo, seguida de outra exposição no edifício Chiado, sendo esta a terceira desta série e sempre designadas por A VANGUARDA ESTÁ EM COIMBRA, A VANGUARDA ESTÁ EM TI, uma frase de Ernesto de Sousa, redigida em 1973 num texto célebre que aqui se reproduz, afirmando a relevância da produção artística do CAPC no panorama nacional e na articulação com as vanguardas europeias.

Para esta exposição, pensada para o Museu Temporário de Memórias, foram convocados apenas quatro artistas que são o mínimo denominador comum dessa vanguarda heróica dos anos 70, que encontrou no edifício sede na rua Castro Matoso 18 o seu domicílio artístico: Túlia Saldanha, Alberto Carneiro, Ernesto de Sousa e Wolf Vostell.
Túlia Saldanha, sem um passado artístico relevante, é no CAPC que desenvolve a sua maturidade expressiva de grande importância e singularidade no panorama artístico nacional, cuja obra foi recentemente objecto de uma exposição retrospectiva no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian*, e foi sempre o agente operativo local, quem verdadeiramente concretizava as acções no terreno, em parceria com Armando Azevedo, António Barros, Teresa Loff, Rui Orfão e tantos outros que constituíam o “colectivo CAPC”.
Alberto Carneiro é convidado para o CAPC como docente em 1971, recém regressado da St. Martin´s School. Artista já então de grande visibilidade e relevância, a ele se deve a dimensão experimental que determina a história da instituição.
Ernesto de Sousa é então o mais considerado critico e pensador português de e sobre arte contemporânea e encontra no CAPC um grupo de artistas que partilha com ele as mesmas convicções sobre o sentido e o destino das práticas artísticas então contemporâneas.
É através de Ernesto de Sousa que se estabelece a ligação a Wolf Vostell, um artista Fluxus com fortes ligações às vanguardas internacionais, que instala em Malpartida de Cáceres o seu Museu Atelier, local mítico de visita recorrente deste “colectivo CAPC”.
Para além da presença física das obras dos quatro artistas, um slideshow de acções artísticas colectivas efectuadas neste período testemunham um tempo em que este colectivo acreditava convictamente na capacidade redentora e transformadora do mundo através da Arte, onde a
“Arte pode ser a Vida”.

A Vanguarda Está Em Ti [01] ©Fernando Fontes Do Couto

Memórias da Vanguarda 70’s — A Vanguarda Está em Ti (Museu Temporário de Memórias, Inauguração) [Foto: ©Fernando Fontes do Couto]

A fim de assinalar a inauguração exposição, marcada para as 22h de sábado 20 de Agosto, o Museu Temporário de Memórias acolheu ainda a jam session ‘Ser Vanguarda’, uma sessão aberta a todos os que quiseram participar. Na vanguarda, alguns nomes já confirmados de jovens e talentosos músicos de Coimbra: Paulo Silva (bateria), Alexandre Figueiredo (baixo) e Frederico Nunes (saxofone).

A Reportagem Ru( esteve na inauguração da exposição Memórias da Vanguarda 70’s — A Vanguarda está em Ti, do CAPC — Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, no sábado dia 20 de Agosto de 2016, no Museu Temporário de Memórias. Fica o apontamento de reportagem.

 

 

 


 

 

O Círculo de Artes Plásticas de Coimbra anuncia que durante o próximo mês de Agosto encerra para a habitual pausa anual.

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100 Horas a Desenhar ©Robert Schad [1981 – Edifício do Chiado, Coimbra] Arquivo CAPC


 

 

Parceria com o Colégio das Artes

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Parceria com o TAGV

TER 24 MAI 2016 | 19:00 | Círculo Sereia – Conversa
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 QUA 25 MAI 2016 | 18:00 | Jardim da Sereia – Performance

Captura de ecrã 2016-05-10, às 12.09.40

Criação de Vera Mantero e Rui Chafes // Residência Artística em Coimbra

Comer o Coração é o título da obra que representou Portugal na 26ª Bienal de Artes Visuais de São Paulo, em 2004. Foi um trabalho de conceção e criação conjunta entre o escultor Rui Chafes e a coreógrafa e bailarina Vera Mantero. Em 2015, os artistas pensaram numa recriação que permitisse a sua apresentação sem a escultura monumental original. Vera Mantero, à semelhança da colaboração anterior, fez a performance numa árvore do circuito de arvorismo do Parque do Convento no Fundão, assumindo a peça uma nova designação e sentido: Comer o Coração nas Árvores. A evolução desta peça passa, agora, pela criação de uma nova escultura de Rui Chafes, uma “cadeira-escultura”, pensada para suspensão em árvores de grande porte.

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